Conceitos em Grafos - Parte II

Ludmila Maciel Rocha de Souza

grafo completo

Um grafo G=(V,E) é completo se para cada par de vértices vi e vj existe uma aresta entre vi e vj . Em um grafo completo quaisquer dois vértices distintos são adjacentes (Kn).

grafo_completo

Arestas no grafo completo - Seja Kn um grafo completo com n vértices. O número de arestas é:

arestas_grafo_completo

Observações: 

* (n - 1) é igual ao número de incidências nesse vértice.

* Em grafos não direcionados, para cada par de vértices existe uma aresta.

GRAFO CONEXO e bipartido

Grafo Conexo: Existe pelo menos um caminho entre todos os pares de vértices.

grafo_conexo

Grafo Bipartido: Um grafo é dito ser bipartido quando seu conjunto de vértices V puder ser particionado em dois subconjuntos V1 e V2, tais que toda aresta de G une um vértice de V1 a outro de V2.

grafo_bipartido


GRAFO BIPARTIDO COMPLETO

Um grafo é dito ser bipartido completo quando seu conjunto de vértices V puder ser particionado em dois subconjuntos V1 e V2, tais que toda aresta de G une um vértice de V1 a outro de V2, e que todo vértice de V1 é adjacente a todo vértice de V2.

grafo_bipartido_completo

Arestas no grafo bipartido completo - Seja Kmn um grafo bipartido completo com n vértices em V1 e m
vértices em V2. O número de arestas é:

aresta_bipartido_completo


aresta_bipartido_completo Imagem widget

propriedade de grau

Grau: O número de arestas incidentes a um vértice vi é chamado de grau, d(vi ), do vértice i. A soma dos graus de todos os vértices de um grafo G é duas vezes o número de arestas de G.

grau_par

TEOREMA - Vértice de grau ímpar: O número de vértices de grau ímpar em um grafo é par.

teorema_grau_impar


teorema_grau_impar Imagem widget

grafo complementar

O grafo complementar é o grafo nulo somado as arestas que faltam para o grafo em questão ser completo.

Definição formal

* Seja G = (V, E) um grafo simples dirigido ou não-dirigido;

* O complemento de G, C(G), é um grafo formado da seguinte maneira:

- Os vértices de C(G) são todos os vértices de G;

- As arestas de C(G) são exatamente as arestas que faltam em G para formarmos um grafo completo.

grafo_complementar


grafo_complementar Imagem widget

subgrafos

- Um grafo g é dito ser um subgrafo de um grafo G se todos os vértices e todas as arestas de g estão em G;

- Observações:

* Todo grafo é subgrafo de si próprio; * O subgrafo de um subgrafo de G é subgrafo de G;

* Um vértice simples de G é um subgrafo de G; * Uma aresta simples de G (juntamente com suas extremidades) é subgrafo de G.

- Subgrafos disjuntos de arestas: dois (ou mais) subgrafos G1 e G2 de um grafo G são disjuntos de arestas se G1 e G2 não tiverem nenhuma aresta em comum.

- Subgrafos disjuntos de vértices: dois (ou mais) subgrafos G1 e G2 de um grafo G são disjuntos de vértices se G1 e G2 não tiverem nenhum vértice em comum.


Subgrafo induzido

Se G2 = (V2, A2) é um subgrafo de G1 = (V1, A1) e possui toda aresta (v,w) de G1 tal que ambos, v e w, estejam em V2, então G2 é o subgrafo induzido pelo subconjunto de vértices V2.

Exemplo:

subgrafo_induzido


subgrafo_induzido Imagem widget

Grafo transposto

Dado um grafo direcionado G = (V, E), seu grafo transposto Gt = (V, E1), tal que E1 é o conjunto de arestas de G (E), com sentido oposto.

Abaixo o grafo transposto de um grafo direcionado:

transp1transp2transp3​​​​​​​transp5transp5


transp1 Imagem widget

links úteis

Voltar